
Ele também afirma que é difícil imaginar o que aconteceu porque Paulo era bastante crítico em suas reportagens, mas ele nunca levava a informação pelo lado pessoal e sim contra instituições públicas sem jamais citar a pessoa de alguém. “Fica difícil imaginar quem estaria por trás deste crime porque o Paulo não levava as coisas para o campo pessoal, ele tinha sempre esta linha e a gente desconhecia que ele tivesse alguma inimizade, pelo contrário era amigo de muita gente aqui na fronteira”, disse Dercio.
Indagado acerca do crime, que poderia ter sido motivado por um livro lançado por Paulo Rocaro em que ele fazia referência sobre o clima de perigo na fronteira, Dércio afirmou que esta possibilidade é remota. “No livro constam apenas fatos fictícios, hipotéticos, não tem nada a ver com a realidade, acho isso impossível”, afirmou.
